Vereadora Leide: dezembro 2010
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1º ano do Centro de Referência de Atendimento à Mulher em CAXIAS!

País tem 82 centros de referência de atendimento à mulher

Duque de Caxias/RJ conta com o primeiro Centro de Referência de Atendimento à Mulher Ruth Cardoso. A 1 ano foi inaugurada a Casa da Mulher Caxiense, com a parceria da Prefeitura de Duque de Caxias e a SPM. Agora são 82 centros de referência. Nesses quatro anos, o aumento desses serviços foi de 78%. Em 2002, existiam 17 e em 2006 chegou-se

a 80, localizados em 90% das capitais brasileiras e 25% das cidades com mais de 100 mil habitantes.

Os 12 meses de funcionamento da Casa da Mulher Caxiense Professora Ruth Cardoso, em Jardim Primavera, no segundo distrito, foram comemorados com festa e histórias de superação. O secretário de Assistência Social e Direitos Humanos, Aírton Lopes da Silva, o Ito, e o secretário de Meio Ambiente, Samuel Maia, compareceram à festa que aconteceu no dia 3 de dezembro.

Um vídeo foi exibido com relatos das freqüentadoras e as principais atividades de casa, que ao longo de um ano, promoveu passeios a pontos turísticos da cidade e a teatro do Rio de Janeiro. Várias oficinas, como de artesanato, bordado, fuxico e pintura forma desenvolvidas com a finalidade de gerar renda para as freqüentadoras.

Os Centros de Referência são estruturas essenciais no programa de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher da Política Nacional, uma vez que visam promover a ruptura da situação de violência e a construção da cidadania por meio de ações globais e de atendimento interdisciplinar (psicológico, social, jurídico, de orientação e informação) à mulher em situação de violência.

O custo econômico da violência doméstica:

Segundo dados do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento:

Um em cada 5 dias de falta ao trabalho no mundo é causado pela violência sofrida pela mulheres dentro de suas casas.

A cada 5 anos, a mulher perde 1 ano de vida saudável se ela sofre violência doméstica.

O estudo e a violência doméstica são causas importantes de incapacidade e morte de mulheres em produtiva.



Apenas 40% das mulheres denunciam o agressor:

Há dois anos, DatSenado fez a primeira pesquisa de opinião sobre Violência Doméstica contra a Mulher. Este ano, em sua 2ª versão, a pesquisa constata que cada 100 mulheres brasileiras 15 vivem ou já viveu algum tipo de violência doméstica.

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Abuso e Exploração Sexual de crianças e adolescentes

A Violência Também Está Dentro dos Lares Brasileiros

Segundo a mesma tendência dos outros tipos de violência, as Mulheres agredidas no ambiente familiar resistem em denunciar seus agressores. Do total de vítimas, apenas 40% tomou a iniciativa de registrar uma denúncia nas delegacias comuns ou delegacias da mulher. As restantes optaram por não tomar nenhuma atitude ou procurar ajuda de familiares e amigos. Esse resultado demonstra a dificuldade da sociedade e do Estado brasileiro em lidar com questões ainda muito ligadas à esfera o privado, onde teoricamente o assédio sexual é um crime que acontece em uma relação de trabalho, quando alguém, por palavras ou atos com sentido sexual, incomoda uma pessoa usando o poder que tem por ser patrão, chefe, colega ou cliente.

Tráfico e exploração sexual de mulheres

No Brasil, a maioria das vítimas do tráfico de seres humanos são mulheres, que abastecem as redes internacionais de prostituição.

Em 2002, a Pesquisa sobre o Tráfico de Mulheres, Crianças e Adolescentes para Fins de Exploração Sexual Comercial (Pestraf) identificou que as vítimas brasileiras das redes internacionais de tráfico de seres humanos são, em sua maioria, adultas. Elas saem principalmente das cidades litorâneas(Rio de Janeiro, Vitória, Salvador, Recife e Fortaleza), mas há também casos nos estados se Goiás, São Paulo, Minas Gerais e Pará. Os destinos principais são a Europa(com destaque para a Itália, Espanha e Portugal) e América Latina(Paraguai, Suariname, Venezuela e República Dominicana).

O número de denúncias aumentou bastante nos últimos anos, devido a uma das principais ações de combate à Violência sexual contra crianças e adolescentes: a divulgação do disque-denúncia (0800-99-0500), número do Sistema Nacional de Combate à Exploração Sexual Infanto-Juvenil, mantido na Associação Brasileira Multi profissional de Proteção à Infância e Adolescência


Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Infanto-Juvenil

Criado com o objetivo de implementar um conjunto articulado de ações e metas para assegurar a proteção integral à criança e ao adolescente em situação de risco de violência sexual, esse Plano aponta mecanismos e diretrizes para a viabilização da política de atendimento estabelecida no Estatuto da Criança e do Adolescente.

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